Crítica do Gif
| RACHEL BORGES SILVA |
Gostei da maneira como o movimento foi explorado no gif, á medida que a parte clara se aproxima da parte escura, o papel vai escurecendo gradualmente e se deformando. A continuidade do gif é boa, mesmo sem a necessidade de utilizar um loop. A Raquel utilizou as ferramentas de forma habilidosa, evitando o figurativismo. No entanto, a previsibilidade do que acontecerá no final do gif pode ser um ponto negativo, já que não há elementos surpreendentes.

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